Navegando na Literatura!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Rap
Os cantores de rap usam a improvisação nos seus shows,as musicas possuem uma linguagem coloquial com muitas gírias.
(“vai na fé, pode cre, vai vendo”)
O rap pode ser definido com uma fisolofia de vida dos jovens que querem expressar um sonho atraves da letra musical, afastando os jovens dos problemas sociais (drogas)
O cenário é constituido nas grandes cidades por grafiteiros que repassam a cultura hip hop.
No Brasil este estilo musical ganhou popularidade , varias pessoas já escutam e gostam desse tipo de musica.
Texto produzido pelos educandos da 8ª série, Col. Est. Ver. Heitor Rocha Kramer.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Poema e Poesia!
Poesia: arte de escrever em versos, inspiração, o que desperta o sentimento do belo, o que leva o poeta a escrever um poema.
Verso: cada linha de uma estrofe.
Estrofe: conjunto de versos.
Métrica Poética e classificação dos versos
É a medida do verso, que pode variar de duas silabas poéticas, até doze. Ao número de sílabas métricas quase sempre corresponde o mesmo número de sílabas gramaticais.
A contagem das sílabas métricas obedece aos seguintes princípios:
Conta-se até a última sílaba tônica da última palavra do verso;
Os ditongos crescentes constituem uma sílaba métrica;
Duas ou mais vogais que se encontrem no fim de uma palavra e no início da outra, unem-se numa só sílaba métrica.
1 2 3 4 5 6 7
Oh!/ que/ sau/ da/ des/ que eu/ te-nho
1 2 3 4 5 6 7
Da au/ ro/ ra/ da/ mi/ nha/ vi-da
1 2 3 4 5 6 7
Da/ mi/ nhá in/ fân/ cia/ que/ ri-da
1 2 3 4 5 6 7
Que os/ a/ nos/ não/ tra/ zem/ mais
Os versos quanto ao número de sílabas classificam-se em:
Classificação
Número de sílabas
Monossílabos = 1 sílaba
Dissílabos = 2 sílabas
Trissílabos = 3 sílabas
Tetrassílabos = 4 sílabas
Pentassílabos = 5 sílabas
Hexassílabos = 6 sílabas
Heptassílabos = 7 sílabas
Octossílabos = 8 sílabas
Eneassílabos = 9 sílabas
Decassílabos = 10 sílabas
Hendecassílabos = 11 sílabas
Dodecassílabos = 12 sílabas
Bárbaros = Mais de 12 sílabas
Versos livres: são muito usados pelos poetas modernistas, não tem número exato de sílabas.
Rima
É a coincidência de sons entre palavras, especialmente no final dos versos.
Quanto à posição na estrofe
a) Cruzada ou alternada: (ABAB) O primeiro verso rima com o terceiro, e o segundo com o quarto:
"Cheguei, chegaste. Vinhas fatigada A
E triste, e triste e fatigado eu vinha; B
Tinhas a alma de sonhos povoada A
E a alma de sonhos povoada eu tinha." B
(Olavo Bilac)
b) Interpolada: (ABBA) O primeiro verso rima com o quarto, e o segundo com o terceiro:
"Para canto de amor tenros cuidados. A
Tomo entre voz, ó montes, o instrumento; B
Ouvi pois o meu fúnebre lamento; B
Se é que compaixão dos animados." A
(Cláudio Manuel da Costa)
c) Emparelhada: (AABB) O primeiro verso rima com o segundo, e o terceiro com o quarto:
"Manhã de junho ardente. Uma encosta escavada A
seca, deserta e nua, à beira de uma estrada A
Terra ingrata, onde a urze a custo desabrocha B
bebendo o sol, comendo o pé, mordendo a rocha." B
(Guerra Junqueiro)
d) Internas: Quando rimam palavras que estão no fim do verso e no interior do verso seguinte:
"Salve Bandeira do Brasil querida
Toda tecida de esperança e luz
Pálio sagrado sobre o qual palpita
A alma bendita do país da Cruz."
e) Misturadas: Não tem esquema fixo.
f) Versos brancos ou soltos: São os que não tem rima.
Quanto à tonicidade
a) Agudas: Quando rimam palavras oxítonas ou monossilábicas: a/mor e com/por; a/mém e Be/lém.
b) Graves: Quando rimam palavras paroxítonas: an/ta e man/ta; qui/os/que e bos/que.
c) Esdrúxulas: Quando rimam palavras proparoxítonas: má/gi/co e trá/gi/co; li/ri/co e o/ní/ri/co.
Quanto à sonoridade
a) Perfeitas: Há uma perfeita identidade dos sons finais: festa e manifesta; cedo e medo.
b) Imperfeitas: Quando não há uma perfeita identidade dos sons finais: céu e breu; sais e paz.
c) Consoantes: Quando há os mesmos sons a partir da última tônica: perto e incerto; dezenas e apenas.
d) Toantes: Quando só há identidade com a vogal tônica do verso: terra e pedra; vela e terra.
Quanto ao valor
a) Pobres: Quando rimam palavras da mesma classe gramatical: amor e flor; meu e teu.
b) Ricas: Quando rimam palavras de classes gramaticais diferentes: festa e manifesta; cedo e medo.
c) Raras: Quando rimam palavras de difícil combinação melódica: cisne e tisne; leque e Utreque.
d) Preciosas: São rimas artificiais, decorrentes da combinação de um nome com a forma verbo-pronome: tranqüilo e ouvi-lo; estrela e vê-la.
Disposição das estrofes
Quanto ao número de versos agrupados, as estrofes recebem diferentes denominações:
Classificação
Número de versos
Dístico = 2 versos
Terceto = 3 versos
Quarteto = 4 versos
Quintilha = 5 versos
Sextilha = 6 versos
Setilha = 7 versos
Oitava = 8 versos
Nonas = 9 versos
Décimas = 10 versos
Irregulares = Mais de 10 versos
A estrofe de oito versos, quando possuir o esquema rítmico (ABABABCC) será denominada oitava-rima ou oitava heróica.
Quando ao metro dos versos, as estrofes podem ser:
a) Simples: Quando agrupam versos de um mesmo metro.
b) Compostas: Quando agrupam versos de metros diferentes.
c) Polimétricas (livres): Quando agrupam versos de diferentes medidas sem obediência a qualquer regra.
Agora poste suas poesias !!!!!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
Publicando seus textos
Agora gostaria de ver suas publicações aqui no blog!
Postem seus textos, quero que todos vejam a maravilha de textos que vocês produzem.
Estou aguardando...
Bjs
sábado, 5 de junho de 2010
O Pequeno Príncipe

O Pequeno Príncipe foi escrito e ilustrado por Antoine de Saint-Exupéry um ano antes de sua morte, em 1944. Piloto de avião durante a Segunda Grande Guerra, o autor se fez o narrador da história, que começa com uma aventura vivida no deserto depois de uma pane no meio do Saara. Certa manhã, é acordado pelo Pequeno Príncipe, que lhe pede: "Desenha-me um carneiro"? É aí que começa o relato das fantasias de uma criança como as outras, que questiona as coisas mais simples da vida com pureza e ingenuidade. O principezinho havia deixado seu pequeno planeta, onde vivia apenas com uma rosa vaidosa e orgulhosa. Em suas andanças pela Galáxia, conheceu uma série de personagens inusitados – talvez não tão inusitados para as crianças!
Um rei pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Um homem de negócios se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo para sonhar. Um bêbado bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem mostra o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensina ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”.
Disponível em: http://www.paralerepensar.com.br/exupery.htm Acessado em: 05/06/2010.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Poesia de Fernando Pessoa

"É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!
Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."
Fernando Pessoa
domingo, 8 de novembro de 2009
Realismo e Naturalismo

O Realismo e o Naturalismo foram as duas escolas literárias de domínio no fim do século XIX e início do século XX. Sua contra parte na poesia é chamada de Parnasianismo. Apesar de se parecerem, o Realismo e o Naturalismo tem diferenças quanto ao Parnasianismo, apesar de dominante não foi o único estilo de poesia da época. O mais importante autor realista e maior escritor do Brasil, foi Machado de Assis. Outro autor importante na época foi o naturalista Inglês de Sousa, redator dos estatutos da ABL.
O termo realismo, de uma maneira geral, é utilizado na História da Arte para designar representações objetivas, sendo utilizado como sinônimo de naturalismo.
Normalmente implica numa não idealização dos objetos representados e numa preferência por temas ligados ao homem comum, bem como à existência cotidiana.
Entretanto, em meados do Século 19, Gustave Courbet, com a crença na pintura como uma arte concreta, que deveria ser aplicada ao real, acaba por se tornar o líder de um movimento chamado Realista, juntamente com Édouard Manet.
Agora é a sua vez, leia mais sobre o realismo, procure as influências que este movimento recebeu, as características, pinturas e autores. Poste sua atividade, não esqueça de colocar a referência bibliográfica. Bom trabalho.
PARNASIANISMO
O Parnasianismo não se preocupava com a temática do cotidiano, com a descrição dos costumes da época e com o cientificismo, características marcantes do Realismo.
A poesia parnasiana preocupa-se com a forma e a objetividade, com seus sonetos alexandrinos perfeitos. Olavo Bilac, Raimundo Correia e Alberto de Oliveira formam a trindade parnasiana O Parnasianismo é a manifestação poética do Realismo.
Quero ver os meus poetas parnasianos modernistas!!!!!
Vamos publicar as poesias?
Estou esperando as poesias do minha turma do 2 ano do Colégio Carneiro Martins.
sábado, 29 de agosto de 2009
Poesia Romântica!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
SIMBOLISMO
